AMB alerta sobre uso e manuseio de cigarros eletrônicos

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AMB alerta sobre uso e manuseio de cigarros eletrônicos

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Cigarros eletrônicos, cigarros aquecidos, produtos que garantem menos prejuízo à saúde do fumante e que até dizem atuar no tratamento do tabagismo. A Associação Médica Brasileira (AMB), entidade que congrega todas as especialidades médicas, alerta aos médicos e sociedade brasileira sobre os riscos do uso e manuseio de dispositivos eletrônicos para fumar. Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já proibiu a comercialização, importação e propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar.

Isso porque não há estudos científicos que “comprovem eficiência, eficácia e a segurança” no uso e manuseio de cigarros eletrônicos, e-cigaretes, e-ciggy, ecigar, entre outros, segundo a Anvisa. A Comissão do Combate ao Tabagismo da AMB também alerta que não há comprovação científica que o uso do cigarro eletrônico seja eficaz para a redução do consumo de cigarros tradicionais nem para a cessação do tabagismo na comunidade de pesquisadores independentes e, portanto, sem compromisso com a indústria tabagista. Tais alertas obedecem ao  “princípio da prevenção e da precaução” de tecnologias, produtos e serviços que possa afetar em potencial a saúde de seus usuários.

Enquanto no cigarro tradicional há a combustão do tabaco, no cigarro eletrônico isso não ocorre, pois a nicotina deste encontra-se na forma líquida. Entretanto, é igualmente aspirada e liberada ao meio ambiente na forma de vapor quando aquecida. A adição de elementos flavorizantes e sabores em sua composição seduz os jovens. Nos últimos anos o Brasil vem conhecendo redução na experimentação, iniciação e consumo de tabaco (VIGITEL, VIGESCOLA, PNS-IBGE).

“A indústria do tabaco nunca se preocupou, e não será agora, em contribuir com tecnologias para a redução ou, mesmo a cessação do tabagismo de seus fiéis consumidores, pois a indústria do tabaco não produz bens para a humanidade, o seu produto mata 7 milhões de pessoas a cada ano (OMS, 2017), sendo 156 mil somente no Brasil (FIOCRUZ, 2017)”, diz a Associação Médica Brasileira.  

Com informações da AMB.

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Redação JMédico
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