Novos métodos de gestão estão sendo estudados para evitar a superlotação

O intuito é otimizar o tempo despendido do paciente em todas as etapas de avaliação inicial e internamento.
A superlotação das Emergências tem sido, por anos, um fator perpetuaste na vida de pacientes e profissionais que trabalham no dinamismo deste setor, apesar de estar definida uma situação temporária relacionada à demanda excessiva ao que o serviço propõe.
Atualmente tem se tornado frequente a veiculação, nas mídias em geral, da superlotação das emergências nos diversos níveis de atenção á saúde, em consequência da dificuldade de manter um fluxo contínuo e eficaz do paciente na unidade hospitalar desde a avaliação inicial até o internamento e alta hospitalar. Nesse contexto, a definição de que o paciente ficará internado sem a retaguarda e disponibilidade de leitos e enfermarias, traduz-se em uma permanência cada vez maior de pacientes no próprio serviço de emergência, o que é definido pelos americanos como tempo de “boarding”.
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