Todos nós temos fome de ouvir e escutar o que acalenta a alma, estimula o espírito, e agrada o coração. Somos viventes num poço de uma sociedade influente (ou diferente), que sutilmente manipula ou transforma o pensar pessoal, e que frequentemente nos esconde a capacidade de perceber a força do nosso agir e amar. Nessa redação, exponho a todo o momento, a minha singela habilidade de enaltecer o poder, vigor, potência e impulso do diálogo, amenizando e atrofiando o sofrimento. Muitos preferem silenciar, pois o silêncio também é sabedoria – e tudo bem. Felizmente, o ser humano é diferente no comportamento, na magia de agir, e no poder transformador, de transformar a dor, em paz, alegria, ou amor. Sobre esse “pão”, às vezes precisamos dele, para exortar, degustar, esp(e-a)lhar, e exprimir nossos desejos. Que a palavra traga solução e seja a chave da equação; jamais se traduza num dilema ou problema. Que a dor se transforme em cura. Que o amor divino pouse, e resgate loucuras.
Noutra redação, quando eu tinha mais cabelos pretos, e menos brandura e brancura no coração, eu assim fiz uma definição acerca do diálogo – ele é um meio, para se rezar um terço, no quarto cerebral. Todas as vezes que estivermos mergulhados no mar da dor, e vivendo a escuridão da luz ausente, na mente reticente de amor, busquemos conversar e abrir o coração da boca, para espíritos acolhedores que carregam ouvidos cheios de compaixão, empatia e flor. Com alguma frequência, estamos mais sorumbáticos, questionantes ou tristonhos, e raciocinamos que o silêncio nos traz a paz necessária – aprimoremos a serenidade, o equilíbrio emocional, e o diálogo interno ou com outras pessoas, como um bom guia tutorial dessa decisão – e tudo bem, repito. Vivamos as revelações da natureza, os ensinos do tempo, a vitalidade da alegria, a magia que brota do amor, a beleza que nasce de uma flor e de tudo que nos surpreende. Dialogar alivia a alma, sana e sara a procura, acalma, e cura.
Ouçamos a doce voz do nosso eterno mestre espiritual, que se alimenta nas veredas do pensar, e até mesmo, nas paragens da escuridão do meditar. Tenho comigo pensado (mesmo apesar da leveza que o silêncio traz), que das profundezas de um bom papo, do pão de um diálogo reconciliador, se conseguem mais soluções do que empecilhos; e das entranhas do calar é factível de se obter muita inquietude e menos auxílios. A troca de opiniões, ideias, vontades e imaginações é possivel de criar comunicações e renovações de grande valor. As pessoas são diferentes – e tudo bem (repetindo e rememorando a santíssima, a trindade – bons entendedores entenderão). Que o “Pão do diálogo” estacione as nossas mentes nos campos do despertar e da mudança, que carecemos alcançar. Esse texto é um louvor ao fascinante e sedutor poder do diálogo transformador; e a tudo que alimenta paz, esperança, alegria e amor.

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