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Pesquisa mapeia dor crônica no Brasil

A dor crônica atinge brasileiros de formas diferentes dependendo da região onde vivem. Pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor (SBED) conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que regiões em que a predominância da dor crônica é maior, a mesma é menos intensa, enquanto o contrário também é verdadeiro.
No ranking das regiões com mais queixas aparecem o Sul (42%), Sudeste (38%) e Norte (36%), seguidas por Nordeste (28%) e Centro-oeste (24%). Levando em consideração a intensidade da dor dos participantes da pesquisa, em uma escala de 1 a 10, as regiões com maior desconforto são Norte (6,9), Nordeste (6,7) e Sul e Sudeste (ambas com 6,5), finalizando com o Centro-oeste (6,0).
Todas as regiões apresentam desconfortos com intensidade acima de 6, considerados moderados, mas suficientes para interferirem nas atividades do dia a dia. Ao todo, 42% dos indivíduos que participaram da pesquisa disseram viver com algum tipo de dor. As que apareceram com mais frequência foram dores de cabeça e nas costas. De modo geral, 37% dos entrevistados afirmaram que convivem com algum incômodo há pelo menos seis meses consecutivos, que é o dobro do tempo necessário para que o quadro seja considerado crônico.
Com informações da SBED.

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