fbpx

A nudez de Maria Antonieta

O dia mal clareara naquela manhã de 16/10/1793. Na pequena mesa ainda queimavam duas velas iluminando debilmente o escuro e fúnebre cárcere da Conciergerie, que durante os últimos 70 dias abrigara a Rainha da França. Maria Antonieta precisava despir-se para pôr um vestido branco e comparecer ao cadafalso. O corpo fenecido pelo tempo e sofrimento já não era o mesmo da adolescente de 14 anos que outrora, em uma ilha no meio do rio Reno, ao despir-se,
resplandeceu iluminando a antecâmara do luxuoso pavilhão e os olhos dos nobres austríacos.
Para mais informações a respeito do assunto na edição impressa, acesse o conteúdo digital pelo nosso portal (https://goo.gl/WXK7DE) ou aplicativo Jornal do Médico, disponível nas plataformas AppStore  e GooglePlay.
Acompanhe mais conteúdo sobre Medicina, Direito & Saúde em nossos canais digitais Facebook & InstagramBlog e App.

Share this post


WhatsApp chat
Send this to a friend