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II Encontro de Endometriose Profunda no Hospital César Cals acontece nesta quinta

O Hospital Geral Dr. César Clas (HGCC), do Governo do Ceará, realiza nos dias 25 e 26 de janeiro, o II Encontro de Endometriose Profunda. O evento é realizado em parceria com o Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasiva e o Instituto de Endometriose de Fortaleza. Serão dois dias voltados para a prática da cirurgia de endometriose profunda com transmissão simultânea, ao vivo, de quatro procedimentos realizados pelo médico Cláudio Crispi, no centro cirúrgico do HGCC, para os participantes do encontro.

O objetivo do evento é divulgar e esclarecer ainda mais sobre a doença, além de proporcionar capacidade técnica em relação ao tratamento cirúrgico e permitir que mais profissionais especializados possam atuar frente aos casos que constantemente são diagnosticados. Com o treinamento, é possível oferecer diagnóstico e tratamento adequados. Para este segundo encontro, foram disponibilizadas, ao todo, 50 vagas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail endometriosehgcc@gmail.com.

Nos dois dias do evento, serão realizados momentos de teoria e de prática. Na sexta-feira, 25, a partir das 13 horas, e no sábado, 26, de 8 às 17 horas, no Hospital César Cals, os participantes terão a chance de acompanhar a realização dos procedimentos. As pacientes que passarão pela cirurgia foram previamente selecionadas e são acompanhadas no ambulatório do HGCC.

A doença

De acordo com o médico Marinaldo Cavalcanti, a endometriose profunda tem uma média de incidência de 10% a 15% da população feminina no mundo. Os sintomas para identificação da doença são dor pélvica crônica, fluxo menstrual intenso, dor durante a relação sexual, infertilidade, entre outros. “Há um retardo no diagnóstico, que pode ser de cinco a oito anos. Daí a necessidade de treinar e capacitar o maior número de profissionais da área”, diz.

Tratamento

Para a endometriose, há dois tipos de tratamento, o clínico e o cirúrgico. O tratamento cirúrgico é indicado quando a paciente apresenta sintomas, como dores, e não melhora com o tratamento clínico, como medicação, acupuntura, fisioterapia etc. E ainda quando os exames de imagens detectam nódulos e lesões que atingem outros órgãos pélvicos, além do útero. Por isso, a atuação multidisciplinar é ideal nesses procedimentos, como atuação dos ginecologistas, coloproctologistas, anestesiologistas, urologistas.

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