Exercício físico e período menstrual: Mitos e Verdades

[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”7714″ img_size=”500×500″ alignment=”center” onclick=”link_image” css_animation=”fadeIn”][vc_column_text]O conhecimento sobre os aspectos fisiológicos por trás do ciclo menstrual, é de suma importância para buscarmos ações que melhorem a saúde da mulher como um todo pois a cada novo ciclo algumas alterações fisiológicas ocorrem no organismo feminino, essas alterações ocorrem basicamente no sistema neuroendócrino basicamente pela atuação de seus hormônios, quando falamos de exercício físico durante o ciclo menstrual temos que separar as mudanças fisiológicas de acordo com as fases desse processo, por exemplo na fase pré-menstrual a mulher sofre uma queda nos níveis de progesterona o que acaba diminuindo a capacidade de concentração e aumenta a fadiga muscular, baixando assim o rendimento durante o treinamento, no início do período menstrual a contração da progesterona e do estrógeno cai de forma acelerada, o que faz acorrer as tão famosas cólicas, deixando ainda mais indispostas, durante a fase do término do ciclo, um aumento da taxa de estrogênio e uma maior secreção de noradrenalina melhoram significativamente a performance em exercícios, o que nos deixa claro que o período menstrual influi sim no rendimento esportivo, o ciclo menstrual diminui a performance das mulheres durante o treinamento e deve ser levado em conta na hora de montar uma periodização.
Por outro lado se o treinamento estiver bem planejado os benefícios são inúmeros para a mulher, como por exemplo: o exercício físico sendo praticado de forma contínua diminui a percepção de dor nas mulheres, isso se dá, pois, o exercício por sua vez causa alterações endógenas que através da liberação de alguns neurotransmissores como noradrenalina, serotonina, dopamina e a endorfina ajudam na inibição da dor, melhoram o humor, diminuindo assim os efeitos mais temidos da TPM, por sua vez o aumento da temperatura corporal aumenta a vasodilatação que ocasiona uma melhora da irrigação dos tecidos do organismo feminino.
Apesar de diminuir o desempenho esportivo principalmente no que diz respeito ao nível de força, o exercício ajuda no controle dos sintomas da TPM, que se controlados com o tempo os sintomas se tornam cada vez menos incômodos e acaba acontecendo que ao invés do exercício diminuir o rendimento, ele não diminui e sim acaba ajudando a mulher nessa tão difícil fase, melhorando a qualidade de vida da mulher, mas para se chegar nesse estágio a atividade física deve ser realizada de forma contínua e planejada, com isso os benefícios vão aparecendo com o tempo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Diego Max Ribeiro de Sousa é bacharel em Educação Física pela Unifanor Wyden, pós-graduado em Fisiologia do Exercício e especialista em Treinamento Fitness & Bodybuilding pela IFBB. Atua como personal trainer, consultor esportivo nas áreas de corrida e treinamento funcional, além de palestrante. Cursa nutrição e atualmente é o Presidente do Centro Acadêmico do curso de nutrição na Unifanor Wyden.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”7717″ img_size=”medium” add_caption=”yes” alignment=”center” onclick=”link_image” css_animation=”fadeIn”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

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