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ANVISA aprova produção de maconha medicinal, proposta segue para consulta pública

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) apresentou uma proposta para cultivo da Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha, em locais fechados e com acesso controlado por biometria.
A proposta foi aprovada por unanimidade e agora irá para consulta pública, onde Empresas, pesquisadores e representantes da sociedade civil irão participar. A consulta deve ficar aberta por cerca de 60 dias.

Atualmente, o plantio e comercialização da Cannabis Sativa é proibida no Brasil, com exceção para o medicamento Mevatyl, que é utilizado para tratar os sintomas de pacientes que apresentam espasmos por causa da esclerose múltipla. Também existem casos de pacientes e empresas que conseguiram autorização judicial para plantio e produção.
A medida proposta pela ANVISA não autoriza plantio ou uso recreativo da maconha. O cultivo da planta só será permitido para empresas e pessoas jurídicas que possuem autorização da anvisa para produzir a cannabis somente para fins científicos ou medicinais.
A proposta também diz que a planta poderá ser vendida in natura para instituições de pesquisa, fabricantes de insumos farmacêuticos e fabricantes de medicamentos.

Uma caixa de Mevatyl chega a custar R$2,5 mil.

A venda do remédio será controlada e não haverá distribuição para a indústria farmacêutica, a compra dos medicamentos deverá ser feita diretamente entre produtor e o setor.
Com a autorização da produção da cannabis para fins medicinais, é previsto a redução dos custos e expansão das empresas especializadas no Brasil, o que favorece pacientes que tratam o autismo ou sofrem de dores crônicas, doença de parkinson, esclerose múltipla, epilepsia e precisam de medicamentos produzidos a partir da Cannabis Sativa.

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