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Festas Juninas: Os benefícios do milho na alimentação

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Quando pensamos em mês junho, junino, mês de quadrilhas, animação, muitas festas e comidas típicas, logo vem um pensamento alimentar: mês de muita abundância em milho e seus derivados.
E é isso mesmo, esse mês é caracterizado pela sua alegria, festejos e pela culinária riquíssima e saborosa, onde maior parte dos pratos leva nosso queridinho MILHO, e é sobre ele que vamos falar!
Certamente ao chegar nessa época você já deve ter saboreado algum derivado desse cereal, às vezes até sem saber, os pratos mais conhecidos são: Pamonha doce/salgada, canjica, mungunzá doce/salgado, pão de milho, mouse de milho, creme/purê, pipoca salgada/doce, suco de milho verde, curau, cuscuz, bolo de milho, cocada de milho, milho verde ou assado, polenta. Aposto que você já deve ter saboreado alguma dessas delícias, até mesmo fora desse mês maravilhoso e tão típico.

O milho é um dos cereais mais nutritivos, e além dessa qualidade nutricional, o milho tem uma grande representatividade na economia nacional, vem em terceiro lugar, ficando atrás do trigo e arroz, na escala de maiores produtores.
Os primeiros registros do cultivo do milho foram encontrados em pequenas ilhas próximo ao litoral do México, cerca de 7.300 anos. Esse cereal foi à base de vida de varias civilizações, Maias, Astecas, Olmecas e Incas, no qual dedicavam atividades diárias em prol do seu cultivo e colheita.
A cultura de cultivar esse cereal se expandiu de tal forma que hoje é cultivado em vários lugares, agradou o paladar no mundo fazendo parte da cultura alimentar em diversas regiões da terra. Podendo ser consumido diretamente e/ou como ingrediente, por exemplo para fabricação de biscoitos, salgadinhos, pães, sorvetes, cervejas, chocolates…

O milho é um cereal bem versátil, fácil de perceber isso quando olhamos para a infinidade de subprodutos que da pra fazer através desse grão, pois demostra uma enorme capacidade de transforma-se em farinha, pasta, floco, etc. sendo fácil de incorporar e incrementar receitas.
O milho, como já falado é um cereal muito nutritivo, energético, trás quantidades significativas de vitamina A, B1, C, E, potássio, magnésio, celulose, fibras, sais naturais, caratenoides a luteína e zeaxantina. Trazendo benefícios ao nosso organismo quanto ao fortalecimento do sistema imune, ajuda na regulação do trato gastrointestinal, atua na saúde dos olhos, tem nutrientes que participam de vias metabólicas importantes em nosso organismo, milho é vida.

Esse alimento tem tanta popularidade, principalmente em sua formulação de farinhas, flocos e misturas, por tanto, escolhido pelo o Ministério da Saúde a farinha de milho e também de trigo, para incrementar em seu produto final ferro e Vitamina B9 (ácido fólico), com intenção de reduzir os índices de anemia e de mielomeningocele.
Além de participar ativamente na indústria alimentícia, como já citado em diversas formas e preparações, o milho participa da indústria farmacêutica, produção química, produção de óleos e etanol, produção de ração animal.
Muito cultivada nos plantios pelas famílias do programa Agricultura Familiar, e mesmo não fazendo parte desse programa, o milho ainda assim é fonte de renda de muitas famílias (no interior do Ceará então, nem se fala), que cuidam desde sua plantação, colheita, venda direta e até receitas e vendas em feiras e pequenos mercadinhos.
É importante o incentivo ao consumo humano desse grão, milho, e priorizar e optar por beneficiar pequenos agricultores e ajudar famílias que vivem dessa renda, valorizando o empresário rural, incentivando-os ao cultivo e o amor a terra.

Mariana Cavalcanti

24 anos, formada pela instituição UniFanor Wyden 2017.1, pós-graduanda em Prescrição de Fitoterápicos e Suplementos na Área Clínica e Esportiva.

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