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Gerenciando o caos: lições aprendidas na Sala Vermelha

“traz o carrinho de emergência aqui no box 2”
“Vamos ter que intubar aqui no box 9&”
“Doutor, você pode dar uma olhada na tomografia do paciente do box 8?”
“Cadê o eletrocardiograma do paciente do box 7?”
“SAMU na linha doutor, vai chegar um trauma grave”
“Doutor, eu vou ter que ficar internado?”

Em um único plantão, posso ouvir tudo isso … e muito mais! Como Médico Emergencista, posso ver dezenas de pacientes graves ou mais em um único turno de 6 horas – e isso é apenas mais um dia normal. No meu local de
trabalho, a Sala Vermelha, costumamos viver sobre pressão constantemente. Infarto, AVC, Sepse de foco pulmonar, Cetoacidose, Hemorragia Digestiva, Traumatismo Craniano Grave, Colangite Aguda, Câncer de pulmão terminal…
são inúmeros pacientes graves, de diferentes áreas do conhecimento médico com diferentes necessidades, alguns aguardando leitos de UTI, outros recebendo estabilização inicial, alguns aguardam o fim do sofrimento, mas o
que os faz semelhantes é o fato de que cada um deles esta vivendo o pior dia de suas vidas e você está ali para deixar essa experiência o mais leve possível.

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