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25 de julho, dia do endoscopista!

Instituída em 2010, pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) a data foi escolhida para coincidir com o aniversário da entidade. O Médico endoscopista é o profissional que é indispensável no diagnóstico e no tratamento de doenças relacionadas ao aparelho digestivo. Atua também na retirada de pequenos tumores gastrointestinais e de pequenos corpos estranhos. Evitando em muitos casos que o paciente se submeta a cirurgias convencionais.

A endoscopia digestiva teve várias fases desde que chegou ao Brasil, há 50 anos. Feita por orifícios naturais, a endoscopia pode retirar tecidos para posterior biópsia e até mesmo extrair pequenos tumores, dispensando, nesses casos, a necessidade de cirurgia. O exame também atua de maneira preventiva quando realizado de forma precoce, assim que é detectada alguma anormalidade no sistema gástrico.
Com uma atuação cada vez mais abrangente, o endoscopista atualmente também é responsável pela inserção do balão intragástrico, utilizado em cirurgia para redução do estômago em casos de obesidade para auxiliar no emagrecimento.
Todas as evoluções do exame vêm transformando em realidade o que até pouco tempo parecia ficção científica. O Dr. Artur Parada, ex-presidente da sociedade, trouxe ao Brasil há 10 anos, a Cápsula Endoscópica.

Com apenas 2,5 cm e totalmente descartável, é engolida pelo paciente e percorre todo o sistema digestivo captando imagens e enviando-as a um receptor de um pequeno computador que fica preso ao corpo do paciente por uma cinta. A quantidade e qualidade das imagens (mais de 50 mil fotografias) permitem um diagnóstico preciso de doenças do intestino delgado e auxiliam o médico a indicar o tratamento adequado para cada situação.

O título de especialista é de extrema importância e deve ser exigido. Conferido ao médico pela SOBED e registrado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), o Título de Especialista em Endoscopia é remetido a especialistas que realizam exame de suficiência, após o médico exercer atividades na área por no mínimo quatro anos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva e Federação Médica Brasileira

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