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Flor do amor

Através dessa palavra faço um vôo com a semente e o semeio da flor mais bela que se pode ter ou colher. E no remendo da escrita pulverizo o bem e a paz, no tempo avante e atrás, no mundo que tivemos que escolher. A flor do amor existente na gratidão, da dor resolvida, da espera incontida, da solidariedade amiga, da brisa do silêncio, da expressão divina, ou da suave palavra da mansidão. Lembro da azul, incomum, frugal e bela, que acende a ilusão da solução. Flor, da cor que pintamos o mundo, no tempo e espaço pessoal, do suave amor que tinturamos em todo lugar. A que abranda a inquietação e o medo, ainda que produza questão com desejo de resolução.

A flor real ou fictícia, que se admira, onde se enaltece o valor da beleza da natureza, ou da imaginação. A que cresce e que vale pela doçura do existir, do perfumar, do admirar, e do saber o sabor da sua mudança no tempo. Aos olhos de quem vê, e de quem sente, enaltece o prazer do seu viver, mesmo no impermanecer. De todo jeito, tamanho e cor, sendo expressão da natureza e do amor. A que fica na alma, que não é esquecida, amiga da alegria e aroma de Deus. A que se ganha no dia especial. A transparente, eloquente pra mente, ou a que vem do silêncio e da bondade; que simboliza esperança e sonhos a realizar, mesmo que engane, ou seja simplesmente singeleza a passear.

Flor da paixão, do pecado, da vontade, da ilusão, ou da emoção, do amor marcado, um símbolo de paz, da mudança de idade, ou da descontrolada razão. Silêncio ou voz, flor ou cor, aroma ou sabor, tudo do amor tem vez e foz. Certo ou errante, o amor é amante, de grande valor da vida, e do que traz paz e refaz bom valor.

 

 

Autor:

Russen Moreira Conrado
Cirurgião plástico e psicoterapeuta

 

 

 

 

 

 

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