Os abraços que curam

Os abraços são uma verdadeira linguagem, comunicando sentimentos e apego sem palavras. Sejam românticos, amigáveis ​​ou frios, os abraços são um meio vital de comunicação em nossa cultura. Vamos explorar o significado dos principais tipos de abraços. Tapinha nas Costas

Este não é um abraço clássico, mas um tipo de contato que serve a uma função semelhante. É muito comum entre homens, que tendem a ser menos inclinados a se abraçarem do que as mulheres. Um tapinha nas costas é uma demonstração de gratidão (comum entre atletas) e pode expressar apoio, aprovação e descontração.

Meio Abraço e Abraço Lateral

Esses abraços envolvem não se abraçarem completamente. São contatos laterais, com uma pessoa, por exemplo, envolvendo o ombro ou o quadril da outra com o braço. Este é um tipo comum de abraço entre amigos. Comparado a um tapinha nas costas, esse tipo de abraço cria uma sensação mais forte de proximidade emocional, dada a maior proximidade física.

Abraço “Congelado”

Este abraço geralmente soa como um sinal de alerta. Uma pessoa segura a outra, mas a outra permanece imóvel e às vezes empurra a parte inferior do corpo para longe. É frequentemente um sinal de que algo, emocionalmente, não está bem. Abraço por trás
Isso ocorre entre amigos próximos ou amantes. De acordo com especialistas em comportamento, aceitar um abraço por trás é um ato de confiança, já que essa parte do corpo é invisível e vulnerável. Esse contato é sempre um sinal de um relacionamento forte.

Abraço “dançante”

Duas pessoas se abraçam e, ao fazê-lo, realizam pequenos movimentos com a parte superior do corpo, quase como uma dança leve. É um abraço muito terno e intenso e indica um sentimento recíproco (uma forte amizade ou amor).

Abraço por trás

Muito raro entre amigos, este é um abraço claramente romântico. De acordo com especialistas em comportamento, abraçar por trás representa um ato de proteção. Esse gesto simples transmite segurança, desejo e carinho.

Abraço levantando

Isso também é típico de relacionamentos românticos apaixonados e geralmente reflete um desejo de intimidade física. De acordo com a psicoterapeuta Virginia Satir, “precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver, oito abraços para nos sustentar e doze abraços para crescer”. Esse tipo de contato físico intenso é extremamente importante para a nossa serenidade, pois transmite uma sensação de segurança ancestral (até os animais se abraçam à sua maneira) que passa de nossas mães para nossos amigos e, finalmente, para nossos parceiros.
Estudos mostram que os abraços promovem a liberação de ocitocina, o hormônio do amor, regulam a pressão arterial e melhoram instantaneamente o nosso humor. Portanto, lembremo-nos de abraçar a pessoa que mais amamos sempre que tivermos oportunidade.

Rossana Köpf – Psicanalista

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