Há instantes na vida que mergulhamos de pontos sem saídas, e nos molhamos em turbulentos mares, onde o existir concebe ser difícil o caminhar, e o que está por vir; momentos que somos testados e tentados na nossa habilidade de resolver o que deve ser solucionado ..!! Uma coisa, porém, é certa, e nesse texto disserto e exponho com veemência, louvor e gratidão – TUDO PASSA. Diversas vezes, nos colocamos ou nos sabotamos questionando a nossa nobre nova capacidade de acolher, ou aceitar, ou entender, o novo que, muitas vezes, não estamos preparados para experienciar. A essência do existir é viver a vida com toda grandeza e alegria, que para nós foi oferecida pela abundância e pela magia do Criador. Que a maturidade nos traga humildade, e nos lecione ou explique o poder da nossa humanidade (que às vezes, requer ser mais divina do que aquilo que pensamos ser). A vida é um doce mar para navegar, na alegria que precisamos sempre conquistar. A dor prova o homem, e deve ser enfrentada com coragem. Esse texto, que também seja uma honraria ao despertar.
O amanhecer, em si, traz embutido no seu ensino, o início, o recomeço e a qualidade de agradecer; o estar acordado, celebrar e honrar o viver. O sol nasce, o que passou é passado. A vida é o presente do agora, e assim, deve sempre ser. Jamais viveremos num tempo de outrora, ainda que estacionemos nosso passado ou nosso sentimento, aqui, lá ou acolá. Decerto, há situações tão dramáticas, tocantes, catastróficas e significativas, que frequentemente imaginamos não conseguir tolerar. Desde infante, guardo na mente, que existe uma tríade avante do pensar, que manipula a vida de todos nós, a todo o momento, formada pelas perdas, pelo medo, e pela mudança – e por elas não devemos nos permitir escravizar. Que alimentemos no agir e no pensar, a coragem e a força para continuar, e assim possamos semear uma nobre essência, para seguir ou imitar. Sejamos uma fatia boa para o coração das pessoas, um poço de paz e bondade, e um símbolo de alegria e verdade.
Tudo outra vez é um convite para o acordar. Precisamos continuar, persistir, aceitar, agradecer, atravessar as fronteiras do desconhecido inconsciente, que, muitas vezes, insiste em nos estacionar na prisão da rotina – das crenças, temores e valores, que lapidamos no nosso psiquismo desde infante. Nós somos energia. Permitamos que, num ou noutro dia, estejamos mais tristes ou questionantes, e tudo bem. Acreditemos todavia, que esse alerta e desperta(dor), é um chamado ao bem-viver, à paz, ao ensino do Mestre que carregamos no colo da decisão e do ser, e até mesmo, na ferida da dor. Sejamos iluminados em tudo que pensamos, fazemos, temos, e principalmente somos. Divulguemos o poder e valor do amar, e sejamos paz e luz no mundo que desejamos erigir e alcançar. Talvez, não tenhamos nascido para entender; mas para sentir, agradecer e viver, com toda intensidade e alegria, a magia do ser.







