Jó ia…

Aqui nessa redação jamais faço uma comparação. Faço uma citação do poder transformador divino, e da essência de ocasionar maravilhas nas vidas de quem o teme, o considera, ou simplesmente reverbera sua evidência no dia a dia, para fazer valer a presença da alegria e da paz no meio de todos. Jó é da terra de Uz; ele sofreu todo tipo de provação e privação, para ser tentado na sua capacidade de bendizer, punir ou sentenciar a sua fé. Saliento uma referência às perdas que todos vivenciamos, às nossas dificuldades, às dores sofridas do dia a dia, em dimensões variadas e em momentos diferentes do viver. Paradoxalmente, que a dor possa ser o sustento do alicerce do amor. “.. Jó nos ensinou a suportar adversidades, aceitar provações, superar tentações, dirimir obstáculos, decifrar desafios, vislumbrar o poder divino a todo o momento, e entender que tudo é possível a quem crê…”

 

Ele ia, e foi, e vai ser testado com tantos infortúnios, que nos colocando na esteira da compaixão da empatia, imaginamos não poder tolerar, aceitar, entender ou acatar. O poder transformador da fé é um sólido e espelhante alicerce que sustenta a alegria e a paz na mente das pessoas, que a alimenta com euforia e entusiasmo, mesmo encravados pelo senso do mistério que aos homens palavra nenhuma é possivel explicar. Ele disse no meio da vastidão do teste e da prova que o atormentava – “bendito seja o nome do Senhor”. Ele não pecou em palavras e jamais colocou à prova, a dor que o prova. O que o consola hoje, testa, alimenta, e questiona a fé de quem a reprova. Que a voz divina sussurre na mente de todos, e aquiete o barulho do mundo.

 

Minha licença literária permite trazer das entranhas do livro sagrado, a história imitável de um sofredor, inocente, e cheio de amor, que se consolava na dor, sempre com a força do vigor de Deus, que estava incluso na sua mente. Vivenciou, viu e viveu todo tipo de provação; e foi testado até as profundidades e profundezas, de sua capacidade de tolerar tentação. E assim persistiu na sua sublime habilidade e condição de honrar e louvar a vida, e o maestro maior da alma, o Pai Criador; que alguns o fazem alheio, e outros, o postam em si mesmo. Esse texto, que seja uma homenagem aos Jó(s) do mundo, um despertador e um ressuscitador; para consolar as dores que sentimos, e para nos libertar e acordar para o louvor e amor da existência. Vivamos com todo encanto, leveza, força e coragem. Jó ia… titubear, aceitar ou vacilar – nos ensinou porém, pelo seu agir, a enfrentar desafios, medos, provas, tormentos e tribulações – esses, que também engrandecem o ser, e fazem a vida valer a pena. O exemplo de Jó é uma joia para adornar o espírito do cristão, e ensinar ao aprendiz o valor do viver.

 

 

 

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