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Recomendações a Médicos com HIV e AIDS

Por lidar diariamente com pessoas doentes, o médico deve sempre atentar para a proflaxia – medidas preventivas – para que não adoeça. Mas o médico com HIV ou AIDS deve tomar precauções redobradas com a própria saúde e com a do paciente para que não adoeça ou transmita o vírus da doença a eles.
A Recomendação CFM nº 7/2014 do Conselho Federal de Medicina (CMF), em vigor desde dezembro de 2014, orienta o médico que vive com HIV e AIDS na adoção de procedimentos, cuidados, tratamentos e precauções contra a doença, assim como sobre seus direitos. Segundo o documento, o médico vivendo com HIV ou com AIDS deve cuidar-se devidamente do ponto de vista da avaliação sorológica; manter-se  atualizado nas técnicas invasivas praticadas  por ele e sua equipe e não expor a riscos pacientes, membros de sua equipe ou qualquer outra pessoa, dentre outras indicações.
São garantias e direitos do médico que vive com HIV ou AIDS o sigilo e confidencialidade sobre sua condição; decidir se e como serão divulgados os dados relativos à sua patologia; ter acesso às informações necessárias e acesso ao tratamento adequado e não  ser  discriminado  no  trabalho  em  razão  de  sua  condição.
A Recomendação se estende também a serviços de saúde e hospitais, orientando-os a informar e ensinar sobre a infecção pelo HIV e implementar medidas cautelares, como oferecer treinamento de toda a equipe na prevenção do vírus e propiciar um ambiente de trabalho que contribua com as medidas preventivas e de tratamento, dentre outros.
Panorama
Os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico de HIV e Aids, divulgado pelo Ministério Público em dezembro do ano passado, alertam que 827 mil pessoas vivem com a doença no País, embora tenha havido queda de 42,3% na mortalidade de pessoas soropositivas no Brasil em 20 anos. O Boletim mostra ainda que do total de pessoas com HIV, 715 mil foram diagnosticadas, 455 mil estão em tratamento e 410 mil apresentam carga viral indetectável, o que significa que têm poucas chances de transmissão da doença e boa qualidade de vida.
 
Fonte: Portal Brasil
 

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