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Dr. Xavier, simplicidade e pioneirismo a serviço da vida

Tudo o que restava de Denisova era um único fragmento de osso encontrado por arqueólogos russos numa caverna em 2012. Ainda assim foi possível reconstruir milhares de anos da história da vida da nossa espécie. No instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, em Leipzig na Alemanha, uma equipe de citologistas/geneticistas liderada por Viviane Slon e Svante Pääbo conduziu a análise do genoma daquele fragmento ósseo e concluiu que ele pertencia a um homínídio nascido de uma relação entre as espécies Neanderthal e Denisova. A datação por radiocarbono, a sequenciação dos cromossomos sexuais e a espessura do fragmento ósseo determinaram a idade e o sexo do nosso ancestral: uma jovem menina que viveu há 90.000 anos.
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